quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Restart reclama de preconceito no "Festival de Verão"

A Restart abriu a última noite do Festival de Verão, no último sábado (5) em Salvador e causou polêmica. 

O gato Pe Lanza voltou a reclamar do preconceito que a banda sofre por se vestir de maneira diferente. 

Pe Lanza desabafou em entrevista : “Não somo gays. Não é porque usamos roupas coloridas que somos gays. Minhas cuecas estão ficando até mais famosas do que eu, de tanto que elas aparecem. Mas é porque a calça que uso é justa e, quando suo, elas escorregam. Ainda tem o retorno que usamos presos na cintura e isso pesa, deixando a calça escorregar também, mas isso é desculpa mesmo”. 

O fofo Pe Lu também não ficou de fora. Ele confirmou o que Pe Lanza disse e contou que a banda não tem objetivo de criar moda. "É assim que nos vestimos todos os dias. A galera está se vestindo assim também e isso é legal. Ficamos sabendo que o Léo, doParangolé, está olhando como nos vestimos, o nosso figurino e achamos isso legal. Isso nos orgulha e nos deixa honrados", revelou. 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Está é a suposta musica estranha da Manu Gavassi !' =I

Manu Gavassi escreve música sobre decepção com Pe Lu, do Restart

De acordo com o jornal O Diário de São Paulo, Manu Gavassi se decepcionou com Pe Lu, da banda Restart, e resolveu fazer uma música sobre a desilusão. Os dois tiveram um breve relacionamento em 2010.
"Quando ele te mandar flores, não se iluda, você não é a única/ Quando ele escrever canções para você, a dica é correr", diz Você Já Deveria Saber, música que Manu mostrou aos fãs em uma sessão de Twitcam.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Fãs do Restart ajudarão a escrever livro sobre a banda !


A banda colorida Restart, que se tornou fenômeno entre os adolescentes, convoca seus fãs para uma empreitada. O grupo que sempre enfatiza a relação de “família” com seus admiradores vai contar com eles para lançar um livro.

A obra conterá perguntas e depoimentos escritos pelos fãs do quarteto. Segundo informação da coluna de Mônica Bérgamo, na Folha de São Paulo, os fãs contribuirão com o projeto, enviando a partir do próximo dia 24, via Twitter, suas impressões sobre o grupo, além de perguntas para os integrantes.
Os seguidores da banda no site de relacionamentos também escolherão a capa do livro.
A Restart já havia anunciado, no final do ano, outra novidade fora dos palcos: a gravação de um filme que irá retratar sua trajetória.



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Parabéns Pe Lu! 14/01/2011 *-* Obrigado Por existir/@Forever_Lanza_ =]

Parabéns Pedro Lucas !

@ Parabééns amore Paz,Saúde,felicidade e que continue sendo este garoto talentoso,educado e muito legal saiba q eu te adoro ! veja o video acima =]
                                                                 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Vocalista do Restart deixa a cueca à mostra em show! OMG

Com a calça quase na altura dos joelhos, Pe Lanza, vocalista do Restart, deixou a cueca à mostra neste domingo, 9. A banda se apresentou na praia da Armação, em Salvador, na Bahia.

"Nunca tivemos uma recepção tão gostosa. Eu amo vocês, amo este axé de Salvador", disse Pe Lanza durante o show, levando as fãs ao delírio.



Se vc ñ viu De Frente com Gabi e os Pedros Confira!Parte 5

Se vc ñ viu De Frente com Gabi e os Pedros Confira!Parte 4

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Se vc ñ viu De Frente com Gabi e os Pedros Confira!Parte 2

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Pe Lanza: “A gente quer retribuir o amor”

– Você não se cansa de receber tanto amor das fãs? 
Pe Lanza – Tem gente que diz que existe um lado ruim de ser famoso. Eu acho que não. Todo esse assédio, até a galera que vê a gente e não consegue se controlar, tudo isso é muito legal. A gente sempre quis sair na rua e ser parado para tirar fotos, dar autógrafos. Dizer que isso é chato seria prepotente da nossa parte. A gente gosta muito desse assédio, sempre que dá a gente fica junto com essa galera depois dos shows. Atendemos quase 200 pessoas. E sempre que temos um tempo fazemos uma twitcam (transmissão de vídeo ao vivo pela internet) para matar aquela saudade, porque eles são a base de tudo.

Dá saudade mesmo?
Pe Lanza – Dá, sim! Essa coisa de família Restart é uma realidade, eles são a nossa família mesmo, estão na correria com a gente. Não é uma coisa forçada. A gente gosta de estar junto com eles e sentir todo esse amor e todo esse carinho da galera. Principalmente da galerinha mais nova, porque a gente vê toda uma pureza nas crianças, em todo mundo. Às vezes eles compram nosso kit e ficam depois do show para conversar com a gente, tirar uma foto. É muito legal esse carinho.

As declarações de amor não têm nem um pouco de marketing? 
Pe Lanza – Eu não levo como um marketing. Lógico que as pessoas sempre veem as coisas pelos dois lados. Elas também falam que as nossas roupas coloridas são um marketing. Isso acabou até virando um marketing, mas foi tudo muito natural: tanto as roupas quanto o carinho que a gente tem por essa galera. A gente só quer retribuir todo esse amor, da forma mais verdadeira possível. O Michael Jackson também falava que amava muito os fãs. A gente não diz que ama essa galera para ganhar público ou para ganhar mais uma premiação.

 Não há mais espaço para os bad boys no rock? 
Pe Lanza  Todo mundo fala que a gente é muito bonzinho. Quando se fala de um rock, logo se pensa em um cara mau e tudo mais. Nos anos 90 isso tinha um propósito, essa história de sexo, drogas e rock and roll, de liberdade. Hoje a gente tenta mostrar para a galera que está tudo escrachado...Tem meninas perdendo a virgindade com 13 anos, adolescentes afundados em drogas, em crime. A gente tenta passar uma mensagem de amor para a galera, e eles se identificaram com isso, com o que aprendemos com a nossa família. Todo mundo fala que nós somos os meninos que as mães sempre quiseram para suas filhas. A gente é o que a gente é. Mas, se você for dividir o mundo entre o grupo dos bonzinhos e o dos mauzinhos, a gente acaba ficando no primeiro mesmo.

Pe Lu: "Fazer pose não é rock and roll"

– No show que a nossa reportagem acompanhou, houve um protesto das fãs porque vocês não desceram para falar com elas. Isso incomoda vocês? 
Pe Lu – 
Nessas passagens que a gente faz a gente sempre costuma passar pela porta, mas ali em Sorocaba não tinha condição de segurança. Foi uma situação meio extrema, a gente teve de sair com a van direto. Mas eu não concordo muito com esses protestos... nem elas, na verdade. É uma braveza momentânea, um nervosismo momentâneo. Uma puxa, outra vai atrás, as depois fica tudo bem. Na saída para São Paulo a gente falou com quem estava lá ainda, conversou um pouco. Acho que a galera entende. E para quem não entende, não tem nada que a gente possa fazer. Elas precisam ter um pouquinho de compreensão, não é uma má vontade nossa.

– Em 2010 vocês receberam muitos elogios, mas também muitas críticas. Vocês se deixam afetar pelas críticas, ou se convencem com os elogios? 
Pe Lu –
 Acho que é mais perigoso se convencer com os elogios do que ficar chateado com as críticas. A gente procura manter sempre o pé no chão e usa as críticas para deixar a gente com a cabeça no lugar, para a gente não ficar se achando. É óbvio que muita gente vai criticar. E a gente gosta dessa divisão. Teve uma chamada da revista Billboard que dizia que o Restart é a banda mais amada e mais odiada do Brasil. Eu gosto desse radicalismo, eu acho que isso dá emoção para as coisas. Ou a galera gosta da gente ou a galera não gosta, não tem aquele pessoal meio-termo. Isso faz os shows serem maravilhosos, faz a galera estar sempre perto, e ao mesmo tempo faz a gente querer crescer muito, porque quando as críticas vêm, elas vêm bem duras, com o tamanho do fanatismo. A gente pensa: vamos melhorar para que as pessoas que criticam também vejam coisas bacanas. 

– Na porta do hotel, algumas pessoas disseram que estavam esperando desde cedo só para xingar vocês. Isso costuma acontecer? Pe Lu – Ah, isso acontece. Eu fico me perguntando sobre isso. A gente queria tanto ter um tempinho livre, e parece que tem tanta gente com tempo sobrando e que usa esse tempo para não fazer nada (risos). O que eu vou falar para um cara desses? Com esse tipo de pessoa não tem discussão, não tem argumento. Deixa ele se divertir... Se ele está se divertindo assim, deixa ele ser feliz. 

– Você considera o Restart uma banda transgressora? 
Pe Lu –
 Acho que "transgressor" é uma palavra que não cabe mais nesta época em que a gente vive. Eu fui ver o show do Paul McCartney em São Paulo. Quando ele toca as músicas dos Beatles, ou mesmo dos Wings e de outros projetos dele que rolaram antigamente, você vê que aquilo na época era transgressor, mas hoje é uma coisa comum, isso se popularizou. Tinham 64 mil pessoas no show, de criancinhas a velhinhos, a maior mistura legal. A gente só vai descobrir o impacto que a gente teve nas pessoas daqui a muito tempo. Não estamos fazendo música com a intenção de sermos transgressores. A gente quer passar a nossa mensagem.

 – E qual é a mensagem de vocês? 
Pe Lu –
 A principal mensagem é que você pode ser você mesmo. A gente trabalha com uma galera que está procurando alguma referência. A maior parte do nosso público tem entre 14 e 18 anos. É uma fase em que você está procurando algo para te guiar, para você se achar. E a gente fala para as pessoas que o mais legal é você ser você, e não você ser uma cópia de alguém. E dentro disso a gente tenta passar algumas coisas que fizeram parte da nossa criação e que para a gente são naturais, como ter um carinho pelo pai e pela mãe, pela família; ir para a balada com os amigos, mas não necessariamente se drogar, beber, extrapolar seus limites. A gente foi criado de uma forma natural com tudo isso, mas tem gente que fala ‘pô, como assim levar o meu pai e minha mãe no show?’, ‘como é que eu não vou beber na balada’. Vamos olhar o outro lado, né? Acho que é uma coisa light. A gente não tem a pretensão de fazer com que as pessoas mudem. A gente quer fazer o que a gente gosta e passar a nossa verdade para as pessoas. A gente é o que a gente é. 

 – As roupas coloridas são uma forma de chocar? 

 Pe Lu – Olha, não é uma coisa intencional, mas acabou chocando... 

– Nem um pouquinho intencional? 
Pe Lu –
 Não, não... é diferente. A gente coloca essas roupas porque a gente gosta. Nós não iríamos nos sentir bem por usar alguma coisa só para provocar uma reação nas pessoas, seja ela uma reação boa ou uma reação ruim. Nós somos assim. Se isso choca ou não, aí vai depender do mundo que está nos vendo. A gente sempre fala que não tem obrigação nenhuma com música, com tipos de roupas, muito pelo contrário. A gente se dá a liberdade e o prazer de fazer o que a gente gosta. A partir do momento em que a gente perder isso, acabou a banda. Se eu não me sentir bem com a roupa que eu estou ou com o som que eu estou fazendo, aí não tem mais sentido estar no palco. 

 Se um dia vocês se cansarem das roupas coloridas e tiverem vontade de tocar de camiseta polo bege, vocês vão mudar as roupas? 
Pe Lu É, tem que ser isso (risos)! Essa atitude real assim acaba sendo uma baita atitude rock and roll. A essência do rock and roll sempre foi a liberdade, fazer o que você estiver a fim de fazer. Fazer pose não é rock and roll.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Volta Série Familia Mtv Restart em Janeiro confira =] :

Quer conhecer o dia-a-dia do seu artista favorito? O Família MTV ajuda a invadir a intimidade das bandas e conta tudo para vc !"
Começa 19:00 da noite  na Mtv ñ percam
Bastidores no Vmb , bastidores de shows e mais vc vai saber assistindo =]

Entrevista: Restart ! =]

Uma das mais jovens bandas de rock da nova safra nacional, a Restart acaba de lançar seu disco de estreia. Formada por Pe Lanza (baixo/voz), Pelu (guitarra/voz), Koba (guitarra) e Thomas (bateria), a Restart é sucesso absoluto entre os adolescentes que assim como os integrantes da banda estão vivendo as emoções e experiências que as letras do grupo retratam.


Em pouquíssimo tempo de carreira, cerca de um ano e três meses, a banda conseguiu emplacar os hits como “Recomeçar”, “Vou Cantar”, “Levo Comigo”, “Sobre Eu e Você” e “Final Feliz”, que já estão na ponta da língua dos fãs.


Confira a entrevista que o vocalista Pe Lanza e o guitarrista Pelu concederam com exclusividade ao site :


Conte nos como foi o processo de produção das canções para este disco de estreia?
Pelu – Quem compõe a maioria das músicas sou eu e Koba. Nesse CD tem também uma música do Pe Lanza e do Koba. Mas a gente meio que compôs o disco juntos...um pega no violão, o outro chega com uma melodia, o outro com uma base, uma letra, a gente se junta e faz uma primeira parte, que é fazer o esqueleto da música, daí levamos para o estúdio e todo mundo acaba dando um palpite, dando a cara, porque a cara da banda somos nós quatro, entendeu...não sou eu e o Koba, o Pe e o Thomas. A Restart é formada por quatro pessoas de pesos iguais, então a cara da Restart é nós quatro!



Como aconteceu a formação da banda?
Pelu – A gente se conhece da época do colégio, estudávamos juntos. Eu sou um pouco mais velho, estava um ano na frente...mas nos conhecemos desde os 10 anos, tocamos juntos há mais ou menos uns sete anos, desde molequinhos levávamos violão para o colégio e com 11, 12 anos montamos a primeira banda de hobby ...no ano passado que chegou aquela época de todo mundo se formando e faculdade...vai fazer o que da vida? Então a gente resolveu montar uma banda como profissional para ver no que ia dar e aí nasceu a Restart. Putz, nós só temos comemorado coisas até agora.



Por que a escolha desse nome para a banda?
Pe Lanza – Estávamos procurando um nome, pensamos em nomes das outras bandas que tocamos, das formações antigas. Estávamos procurando um nome que fosse forte, que fosse fácil para a galera decorar...meio que naquele português-inglês de lei né e daí eu e o Pelu jogando videogame e eu disse: - Mano, estou cansado de perder, não aguento mais perder, aperta o restart ai! Pensamos, pô restart é legal, o Koba na época fez um logo...pô ficou legal, restart ficou forte. Acabou ficando Restart por causa de um jogo de videogame.



O que os fãs da Restart podem esperar da banda para o ano que vem?
Pe Lanza – Temos muitos planos, vamos concretizando aos poucos. Mas o que a gente espera mesmo é mostrar nosso som para o Brasil inteiro, quem sabe para o mundo...
Pelu – A gente acabou de lançar o CD né...o primeiro single está rolando na rádio...o lançamento na semana passada foi lindo...a agenda está cada vez maior...a expectativa principalmente para o começo do ano que vem é divulgar pra caramba esse CD e o próximo passo acaba sendo meio natural, de repente um DVD ou um segundo CD, umas músicas novas. Agora estamos focados nesse trabalho, fica difícil falar porque o disco está quentinho, estamos realizando sonhos...



Qual foi o momento mais emocionante da carreira para o grupo?
Pe Lanza – Foi no domingo, dia 22 de novembro, pra mim, acho que até para nós quatro, o dia mais feliz da nossa vida foi no lançamento do CD, lá em São Paulo. Falamos: a gente está realizando tudo aquilo que sempre sonhamos! Desde o começo, na manhã daquele dia fomos para o pico do show e poxa, pegamos o CD na mão, aquela emoção: chegou o CD, e as máquinas, foi tudo chegando aos poucos e nós falamos: - tudo o que a gente sempre sonhou está sendo realizado hoje. O nosso sonho está se concretizando hoje!



Deixe um recado para os fãs da banda.
Restart – Ai galera , nós somos a Restart. A gente quer agradecer o carinho de todo mundo que acessa o site, que curte o nosso som. Espero que vocês possam sempre estar com a gente aí, porque nós sempre estaremos aí com vocês. Valeu, é isso aí! Beijos!  =]


Melhor momento de Restart !

Com cinco troféus na mão, o Restart ouviu vaias do público, mas deixou veteranos para trás e se consagrou o Artista do Ano na edição 2010 do Video Music Brasil, na noite desta quinta-feira (16), no Credicard Hall de São Paulo. O prêmio foi entregue a Pe Lanza, Pe Lu, Koba e Thomas pelo jogador Neymar, do Santos --no ano passado, a categoria foi apresentada por Ronaldo.

Líder de indicações ao lado de NX Zero, o Restart venceu todas as categorias a que concorria: além de artista do ano, levou revelação, banda pop, clipe do ano por "Recomeçar" e hit do ano por "Levo Comigo". Ao ser anunciado o vencedor do hit, a banda foi vaiada pela plateia, que gritava por Pitty. "É uma honra concorrer com todo mundo. A gente não merecia esse prêmio, mas muito obrigado", disse o vocalista Pe Lanza. O quarteto voltou a ouvir vaias ao ser premiado como artista do ano. "Obrigado a todos os que vaiaram. Vocês fazem a gente crescer", completou o cantor.

Foram entregues 16 prêmios na noite. O NX Zero levou o cachorrinho de show do ano, recebido das mãos de Ronald Rios e Larissa Riquelme e deixando para trás os outros veteranos Otto, Pitty, Arnaldo Antunes e Capital Inicial. Pitty ficou com o prêmio de banda de rock e igualou-se com Os Paralamas do Sucesso como os maiores vencedores da história do VMB, ambos com 15 prêmios.

O Restart abriu com "Recomeçar" as apresentações ao vivo em um show na Praça Victor Civita, em São Paulo, transmitido via telão na cerimônia. Intercalando com a entrega dos prêmios, passaram pelo palco Fresno (apresentados pela dupla norte-americana 3OH!3), Capital Inicial, Otto e o show especial 20 Anos de MTV com Glória, Hevo 84, Replace e Fake Number.

O encerramento da premiação ficou por conta dos norte-americanos do Ok Go, que vieram ao Brasil como atração principal do evento. No palco, a banda tocou "This Too Shall Pass". Nos anos anteriores, as atrações internacionais foram Franz Ferdinand (2009) e Bloc Party (2008). A cerimônia, que teve cerca de duas horas de duração, foi comandada pelo VJ Marcelo Adnet.


Vejam o que marcou em 2010 sobre Restart confira =] !

Restart lança CD e DVD e projeta mais sucesso no ano que vem

A trupe de Pe Lu (guitarra e voz), Pe Lanza (baixo), Koba (guitarra) e Thomas (bateria) tem muito a festejar. O sucesso na internet — no Twitter, por exemplo, a banda tem quase 450 mil seguidores — traduziu-se em prêmios. No VMB da MTV, os garotos de calças coloridas levaram pra casa cinco prêmios, incluindo artista do ano. Além disso, Recomeçar foi a melhor música do Prêmio Multishow, em agosto.

Agora, o Restart ataca com dois novos títulos. Como o nome indica, o DVD Karaokê foi feito para que os fãs possam cantar junto as 18 canções do grupo em português e as seis em espanhol, ilustradas por imagens de bastidores. O espectador tem a opção de colocar as músicas com ou sem voz.

As canções em espanhol não estão ali por acaso. O Restart está lançando disco em diversos países da América Latina. O que rendeu uma turnê de divulgação que passou por Argentina e Uruguai. A banda também está lançando a coletânea By Day, que tem faixas multimídia com vídeos dos bastidores da turnê e traz seis canções inéditas e seis versões em espanhol.

O Restart também vai inaugurar a segunda noite do Planeta Atlântida Santa Catarina, dia 15 de janeiro, em sua primeira aparição no evento. Prestes a completar 20 anos, Pe Lu diz dar conta do excesso de compromissos:

— A gente teve que crescer. Todo mundo mora com os pais e, de um dia para o outro, nosso universo mudou completamente. Em 2010, realizamos tudo o que sonhamos.

8 Dias Para Aniversário de Pe Lu !

É faltam 9 Dias para chegada de aniver 
Preparem o bolo e as velinhas  !

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Não somos virgens", afirma Pe Lanza, da banda Restart!

Pe Lu e Pe Lanza participaram do 'De Frente com Gabi'
Foto: Divulgação

Pe Lanza e Pe Lu serão os entrevistados de Marília Gabriela no De Frente com Gabi deste domingo (9). Os integrantes do Restart vão falar sobre o começo da banda, o assédio das fãs e sexualidade.
"Não somos virgens", fez questão de esclarer Pe Lanza em uma das perguntas. Sobre a relação carinhosa com os outros integrantes, o músico é taxativo. "A gente tem um cuidado de irmão", explicou.
Pe Lu falou ainda sobre as roupas escolhidas pela banda."O Brasil é um país colorido. Não deveria ser tão chocante ser colorido", disse.
Já sobre a influência musical que tiveram para formar a banda, os astros dizem que aprenderam a tocar ouvindo Aerosmith e Guns N'Roses.

14 de janeiro sabe q dia que é ? então leia


É Deste menino Gato ai em cima 
e então fizemos uma homenagem a ele
http://www.youtube.com/watch?v=g7fN_IIuIq8

Parabéns Pe lu

Restart chega em 2011 cheia de novidades. Até biografia vem por aí!


É indiscutível: em 2010 só deu Restart no cenário da música jovem nacional. O quarteto vendeu mais de 100 mil cópias e ganhou o disco de platina com o primeiro CD da banda, “Recomeçar”; lançou o seu segundo CD, “Restart by day”, além de um disco de karaokê; gravou um DVD; venceu em várias categorias de dois dos principais prêmios do segmento (VMB e Prêmio Multishow); participou de praticamente todos os principais programas de TV; ganhou uma série na MTV Brasil; estampou 25 capas de revistas (sem contar com as publicações de jornais) e por aí foi, até o lançamento internacional, que o levou para a Argentina em novembro. Tudo isso no ano de “estreia” da Restart, quando esses paulistanos superqueridos dos adolescentes estouraram, apesar de já estarem juntos desde 2008. 
E se 2010 foi deles, o que esperar da Restart em 2011? Um recomeço, como sugere a tradução do nome do grupo? 
— O ano de 2011 vai mostrar que a Restart não é uma banda passageira. Claro que o desafio é bem maior, já que agora não seremos mais novidade. Mas estamos trabalhando em novas ideias para provar que somos bons e temos tudo para ficar aí, quem sabe, por mais uns 10 anos. Vão ter que nos engolir! — avisa Pe Lanza, que junto com os amigos e parceiros já está preparando uma biografia do grupo, o que ainda mantém em sigilo. 
E tem muita coisa para vir por aí: de parcerias musicais com outros artistas, como Thiaguinho, do Exaltasamba, até filme lançado em circuito nacional, com um possível CD da trilha sonora original, e expansão da carreira internacional para outros países da América Latina. 
Nas palavras do vocalista da banda, Pe Lanza, esta é, com certeza, “uma das melhores entrevistas da banda nos últimos meses”. Então, deixe a Restart te levar e aproveite cada linha a seguir!

— O que 2010 significou para vocês? Pe Lu — Foi um dos anos mais importantes das nossas vidas, cheio de conquistas, em que conseguimos realizar tudo o que sonhamos em 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009, e muito mais. Alcançamos coisas impensáveis para uma banda de rock independente no Brasil. Graças a Deus, estamos vivendo uma leva de shows lotados, todo mundo cercando a banda de carinho, cantando todas as músicas... Então, 2010 será inigualável. 

Koba — Aprendemos muito, crescemos mais ainda, como pessoas e profissionais. Aprendemos a trabalhar como gente grande. 

Pe Lu — Foi o começo de tudo. Estamos juntos há muito tempo, claro, mas esse foi o ano em que as pessoas conheceram a gente, sentiram e viveram todos esses nossos sonhos. 

— A maior novidade da Restart para 2011 é o filme, certo? O que já definiram deste projeto? Pe Lu — Não será um documentário. Ainda não sabemos de muita coisa, mas podemos garantir que o filme vai mostrar exatamente o que somos e o que nos aconteceu, principalmente de 2009 para cá. Vamos unir realidade e ficção, tentar misturar nossa história com um lado fantasioso. Queremos fazer algo que nos dê prazer. As ideias são muitas, algumas muito loucas até, como usar efeitos especiais e em 3D... Sei lá! A equipe é ótima, tem o Heitor Dhalia (diretor de “Nina” e “À deriva”) e a galera da Paranoid Films, que nos deixam bem à vontade para fazer tudo do nosso jeito. 

Koba — Este ano estaremos bem focados no filme, que é algo bem trabalhoso de se fazer. Estamos só no comecinho da produção, mas só de saber que realmente colocaremos esse sonho em prática, ficamos empolgados. 

Pe Lanza — Por enquanto, estamos pensando na trilha sonora do filme. Sou muito fã do Michael Jackson, e quando ele fez “Moon walker”, que eu adorei, lançou também um disco inspirado na história do filme. Também gostaríamos de fazer alguma coisa assim. 

— A inspiração está vindo de onde? Pe Lanza — Estamos vendo vários filmes: romances, comédias, seriados... Até coisas que não costumamos assistir. Não gosto de Jonas Brothers, sabe? Não é uma banda que me encanta, mas vi o seriado deles e achei bárbaro. E também serviu de inspiração. Queremos mostrar a histeria das fãs, a nossa loucura diária em shows, entrevistas e programas de TV. A ideia é fazer algo como “High school music” e “Camp rock”, que mostre as nossas coreografias junto com a nossa história, talvez com flashs da gente na época do colégio. Claro que não temos US$ 120 milhões (R$ 204 milhões) para fazer o filme. Isso é só para Hollywood, né? (risos ). Mas o que der, vamos fazer. 

— Já sabem quanto terão de verba para o filme? Koba — Não. Não mexemos com essas coisas, na verdade. A gente toca, tem ideias, mas a parte financeira deixamos para quem entende.


 — Vocês estão acostumados a produzir clipes, vídeos, mas, agora, interpretar num filme deve ser bem diferente, não é? Estão preparados? 
Pe Lu — Vai ser muito difícil, claro. Vamos enfrentar um período de descobertas, diferente de tudo o que nos acostumamos. O legal é ver que estamos nos descobrindo artisticamente de um jeito que não nos conhecíamos, como atores. 

— Quem é o mais envergonhado? Pe Lanza — Thomas, sem dúvidas. De nós, ele é o que tem mais dificuldade na frente das câmeras. Quando ele está só com a gente, é brincalhão. Mas quando tem câmera no meio, trava e não consegue nem falar. Nós quatro somos muito tímidos em alguns aspectos. Mas eu já sou do tipo falso extrovertido, sabe? A hora de “chegar” numa menina, por exemplo, é a coisa mais difícil do mundo para mim. Já quando vejo uma câmera, quero logo aparecer, sabe? (risos) 

— O filme já tem data de estreia? Thomas — Possivelmente, em 2012. 

— Além de chegar às telonas, o que mais a Restart promete em 2011? Pe Lanza — Em março, estaremos lançando o primeiro DVD ao vivo da banda, gravado em outubro, em São Paulo. As pessoas às vezes até olham e falam: ‘Caramba! Será que esses molequinhos tocam de verdade?’. Garotos coloridos, moleques e pequenininhos... Acham que a gente não sabe tocar. Mas quem assistir ao DVD vai sentir a energia dos nossos shows. 

Pe Lu — Também vamos reformular todo o nosso show e lançar uma nova turnê depois de março. O palco vai mudar, o cenário, as roupas, o repertório... 

— E a agenda de shows, continua lotada? Thomas — Muito! Em janeiro, a Restart tem shows todas as sextas, sábados e domingos. Isso porque janeiro é um mês fraco para quem toca rock e pop rock, heim! (risos) Vamos tocar em festivais bem bacanas, como o Planeta Atlântida e o Festival de Verão de Salvador.
 — Com tantos shows, já estão ricos? 

Pe Lu — (risos) Ainda não. Agora conseguimos comprar as nossas coisinhas e viver bem. Nenhum de nós quatro nasceu em berço de ouro. Nossos pais ralaram muito para nos proporcionar vidas confortáveis. Acho que o mais importante é conseguirmos viver do que gostamos de fazer. E não dá para achar que se vai ganhar dinheiro o tempo todo. Não somos deslumbrados. 

— Já pensaram em compor músicas para outras bandas? Pe Lanza — Só compomos para a Restart até hoje porque sempre falamos de coisas que aconteceram com a gente. Então, é mais natural para o artista cantar suas histórias, que são muito pessoais. Mas aconteceu uma coisa bem legal. Tive uma ideia e mandei para o Thiaguinho, do Exaltasamba. Ele gostou muito e agora estamos compondo juntos. O cara está estouradão, e ficou empolgado com a música. Isso não tem preço. A sintonia entre a gente é ótima. Independentemente se ele toca pagode e a gente rock, falamos da mesma coisa, emoção. Essa é melhor maneira de reforçar o que sempre falo: preconceito é um lixo, seja na música, no jeito de se vestir, ou no que for. Essa parceria é uma coisa muito nova ainda, mas estamos fazendo com o maior tesão, sabe? 

— E gravariam músicas de outros artistas? Pe Lanza — Com certeza, seria legal para caramba. Acabamos focando nas músicas autorais em 2010 porque era o que o nosso público queria ouvir. Em 2011 continuaremos nessa linha, mas vamos deixar acontecer, não é? Vai que rola de regravarmos alguma música bacana. Tocamos “Óculos”, do Paralamas do Sucesso, no “Domingão do Faustão”, e foi maneiríssimo, porque gostamos dessa música e tem a ver com as nossas histórias, aí o público acabou se identificando. 

— Para o novo CD, “Restart by day”, vocês gravaram versões de músicas em espanhol e foram para a Argentina divulgar a banda. Como foi a experiência fora do país? Pe Lu — Ficamos quatro dias na Argentina e dois no Uruguai. Temos uma lista de vontades, de objetivos a alcançar, e a carreira internacional sempre foi um dos nossos maiores desejos. E como 2010 foi ótimo para a gente no Brasil, aproveitamos o impulso (os fãs daqui, as premiações e a boa divulgação na mídia) para começarmos alguma coisa lá fora.
 Pe Lanza — Também não adianta você achar que, só porque as coisas estão legais aqui, vai chegar na Argentina e ser rei, porque não foi o que aconteceu. Mas a viagem foi legal. Às vezes, dizem que é prepotência nossa tentar sucesso fora do Brasil: ‘Pô, os molequinhos estouraram duas músicas na rádio e acham que podem sair daqui? Pensam que são os Paralamas do Sucesso?’. Só que há um planejamento muito bem feito de divulgação da Restart lá também. 

— Vocês gravaram alguma coisa por lá ou só divulgaram a banda? Pe Lanza — Só divulgamos. E muito, graças a Deus. Foi bom! Lá é como se estivéssemos começando de novo, as pessoas ainda não nos conhecem. Mas eu diria que começamos lá muito melhor do que quando começamos no Brasil até, pois já fomos com uma certa estrutura, um empresário... Fizemos quase todos os canais legais de TV na Argentina, demos entrevistas a várias revistas e a três rádios. Queremos dar um passo de cada vez, não temos pressa. Agora o CD foi lançado também no Chile e no México. E, provavelmente, assim que tivermos uma brecha na agenda, vamos divulgar nesses lugares. Este ano, a meta é ampliar a carreira no exterior. Mas sem shows por enquanto, pois a Restart ainda não tem público para encher um show fora daqui. 

Thomas — Outra coisa legal é que participamos do clipe da banda Miranda, uma das mais bombadas da região. Tivemos sorte. Eles estavam gravando no nosso último dia lá na Argentina e nos convidaram para uma participação. Isso vai nos abrir mais um monte de portas na América Latina, por estar ao lado de artistas já consagrados. 

— Como foi o assédio das fãs gringas? Diferente do das brasileiras? Pe Lanza — Ficamos surpresos. Não imaginávamos que alguém conhecesse a Restart lá. Até temos alguns fã-clubes fora do Brasil, como na Argentina, México, Uruguai, Japão e Espanha. Só não são fã-clubes grandes como os daqui. Mas conhecemos umas 20 ou 30 argentinas. Depois, outras cinco uruguaias. Foram esses fãs que nos deram força para gravar em espanhol. Só é bem diferente, sim. Aqui no Brasil, não podemos sair na rua, ir ao shopping. Lá passeávamos com a maior tranquilidade. 

Pe Lu — Ainda não temos força, mas um dia teremos, se Deus quiser. E, quem sabe, o nosso sonho vá além? Assim a gente podia tocar no mundo inteiro, gravar em inglês... Se Deus quiser! A galera sonha muito alto, sem medo de cair. 

Koba — Voltamos com uma bagagem de experiências muito legais e dando mais valor ainda para os nossos fãs, o nosso som e as coisas legais que acontecem com a gente aqui. 

— Quem de vocês fala espanhol? Rolaram umas aulinhas? Pe Lu — Todos. Quer dizer, a gente tenta falar (risos). 

Pe Lanza — É meio difícil, mas a gente se saiu superbem, eu acho. Algumas pessoas até elogiaram. Tivemos dez aulas antes da viagem para relembrar, pois já havíamos estudado no colégio. 

— Vocês estão sempre tão alegres. Já ficaram deprimidos alguma vez? Pe Lanza — Eu, sim. Claro, poxa! Já fiquei muito triste, sim. O pior momento para mim foi sermos vaiados num show. Não é porque sou feliz, alegre e coloridinho que estou todos os dias com um sorriso na cara (risos). Tem dias em que ando de preto, fico chato e não quero falar com ninguém. Mas isso é normal do ser humano, ter ciclos de felicidade e de tristeza, e chorar pra caramba. Mas sempre procuro ver o lado bom das coisas. 

— Vocês brigam? Thomas — Ah! A gente discute, como todas as bandas e amigos discutem. Mas depois pedimos desculpas. Somos uma família, além de tudo, e somos muito unidos. Acho que a base de tudo, no trabalho e na vida pessoal, é a verdade. Tentamos ser sinceros sempre. 

—Pe Lanza, recentemente você desabafou no Twitter, após uma fofoca, que fizeram com o seu nome. O que as fãs fazem que te deixa irritado? Pe Lanza — As pessoas começaram a me julgar de uma maneira que, às vezes, me deixa muito chateado. Fui para uma balada em Goiânia e inventaram que fiquei com uma amiga minha. Acho que o pessoal confunde as coisas em certos momentos. Tenho muitas amigas. No momento em que a gente está vivendo, muitas meninas querem ser especiais para a gente, então essas fofocas acontecem com frequência porque muitas delas ficam enciumadas. Sabemos que as nossas vidas viraram coisas grandiosas. Estou acostumado a me xingarem, dizerem: ‘Ah, seu galinha! Safado!’. E na maior parte das vezes vou ignorando. Só não entendo essa liberdade, essa agressão. Não tenho nada a esconder. 

— Você está namorando? Pe Lanza — No momento em que eu começar a namorar, pode ter certeza que vou contar para todos os meus fãs, como sempre faço. E acho que a galera vai me apoiar. Todo mundo ama. É normal se apaixonar. Eles sabem de tudo o que faço e fazem parte de verdade da minha vida e do meu sonho. Acho que temos um pouco essa função também... Falar de sexo, primeiro beijo. Viramos referência para muita gente. Então é bom esclarecermos as coisas que pudermos para ninguém sair pirando por aí e fazendo um monte de besteiras.


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